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terça-feira

450 produtores nacionais e internacionais se reúnem na 18ª edição do ExpoVinis Brasil, principal evento de vinhos da América Latina

 Reciclagem de cerca de 60 mil garrafas * Transfer gratuito entre o Expo Center Norte e a estação de metrô
* Parceria com aplicativo de táxis * Vinhos da China entre as novidades do evento *Lidio Carraro apresenta o vinho da Copa do Mundo
Profissionais e apreciadores do universo do vinho estão na contagem regressiva para o ExpoVinis Brasil 2014, que acontece em São Paulo entre os dias 22 e 24 de abril e promete mais uma safra de excelentes tintos, brancos, rosés e espumantes. O evento chega à sua 18ª edição consolidado como um dos mais importantes do setor vitivinícola mundial e apresenta as tendências e os lançamentos do segmento, além de discutir o mercado, que nos últimos dez anos registrou, no Brasil, um aumento de 200% em volume e 400% em valor.
Os principais países produtores de vinho já confirmaram participação no ExpoVinis Brasil 2014 e desembarcam por aqui as novidades da África do Sul, Argentina, Chile,Espanha, França, Itália, Portugal e Uruguai (NOVIDADES ABAIXO). Países ainda pouco conhecidos no mercado brasileiro também apresentarão seus rótulos, enriquecendo a experiência de quem participa do evento. É o caso da China – maior consumidor mundial de vinho tinto –, Grécia, Polônia e Peru.
Entre os destaques estão o espaço da França, que vai reunir 50 produtores das principais regiões da França: Bordeaux, Loire, Beaujolais, Champagne, Alsace, Languedoc Roussillon e Vallée du Rhône, e Portugal, que vem representado pelas Comissão Vitivinícola Regional do Alentejo – uma das mais tradicionais regiões produtoras do país – e o grupo ViniPortugal. O Chile, país número 1 no ranking de importações no Brasil, terá o espaço Wines of Chile de negócios e traz ao evento dez vinícolas em busca de importadores em nosso mercado.
O Brasil reúne novamente alguns dos principais produtores nacionais e mais de 80 vinícolas apresentam suas novidades. No stand do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) estarão nomes como Miolo, Dunamis, Perini, Peterlongo e Tecnovin. A Associação Catarinense de Produtores de Vinhos Finos de Altitude (Acavitis) reúne importantes produtores de Santa Catarina, entre eles Villagio Grando, Suzin e Kranz. Vinícolas com espaço próprio também poderão ser “degustadas” pelos visitantes:Aurora, Vinícola Garibaldi, Lídio Carraro – que produz o vinho oficial da Copa do Mundo –, Pizzato, Pericó e Salton.
As importadoras Adega Alentejana, Barrinhas, Bodegas Selecionadores de Vinhos e Caves Santa Cruz são algumas das já confirmadas para o ExpoVinis 2014, assim como o grupo Concha y Toro, através da VCT Brasil.
Transfer gratuito, aplicativo de táxi e reciclagem
Além dos lançamentos do mundo do vinho, uma das novidades apresentadas para o ExpoVinis 2014 atende a uma das principais demandas de quem participa da feira: o traslado gratuito da estação de metrô Portuguesa-Tietê ao Expo Center Norte, e do local do evento até a estação. Para que os visitantes voltem para casa com mais rapidez e segurança, foi anunciada a parceria com o aplicativo ‘99Táxis’, com o qual é possível solicitar o táxi diretamente pelo celular e receber informações como placa do veículo, contato do motorista e previsão de chegada do carro; tudo para atender, com mais rapidez e segurança, as 19 mil pessoas esperadas nos três dias do evento.
Também importante será a parceria com a Abividro (Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro), que irá reciclar todas as garrafas descartadas durante a feira. A associação, que montou o primeiro programa de reaproveitamento de vidro do Brasil, irá recolher e reciclar as cerca de 60 mil garrafas que devem ser consumidas no ExpoVinis.

sexta-feira

Rafael Cortez avisa os fãs em sua rede social sobre o novo programa

Foto: Facebook Rafael Cortez
Chegou a hora e o grande momento de mais uma estréia de Rafael Cortez, esta é sua segunda estréia em sua nova casa, e nós o desejamos toda a sorte.
Segue abaixo o texto original do próprio apresentador.
Eis o programa que apresentarei na Record...
É a versão brasileira de um sucesso em mais de 20 países chamado "Take me Out". Aqui, vai se chamar "Me Leva Contigo".
No programa, eu vou interagir com 30 mulheres bem gatas no palco. Vou ver se elas vão gostar de algum outro cara que não seja o apresentador! Hahaha!
O programa é dinâmico, leve, descolado e em nada lembra "Beija Sapo", "Vai dar Namoro" ou outros do mesmo gênero, de relacionamentos, ainda que eu ache cada um desses um grande barato e uma ótima referência.
No palco, com as garotas e os candidatos, vou improvisar bastante, descontrair, contar umas piadocas e ser o Rafa Cortez divertido que muita gente (graças a Deus) diz que gosta e sente falta. Que legal que vai ser isso!
Para o meu grande e imenso prazer, o diretor é o Wanderlei Villa Nova. Um cara que tem mais de 35 anos de experiência no que faz e que dirigiu o Sílvio Santos por mais de duas décadas. Ou seja, eu tenho muita sorte e sei que vou aprender demais com esse profissional que já adoro!
A previsão de estreia é em maio, ou seja: falta pouco! E eu estou muito feliz com o desafio e bastante grato por mais essa oportunidade irada que a Record está me dando.
Mais informações do programa você pega na matéria do Portal Recordista.

Um abraço e valeu pela torcida e carinho, desde já!

terça-feira

A importância da Comunicação na Lei Anticorrupção

A Lei Anticorrupção, em vigor desde 29 de janeiro, vai ter impacto direto na Comunicação das empresas brasileiras. Mesmo ainda não regulamentada por decreto federal, a lei deve mudar comportamentos, pois tem caráter inovador, ao responsabilizar uma empresa por atos de corrupção praticados por seus funcionários. 

Preparando-se para a nova realidade, muitas empresas já adotam programas de compliance. E é aí que têm papel fundamental a comunicação interna e o endomarketing. Para que programas de compliance, ou conformidade, funcionem bem, é preciso que todos os funcionários estejam informados sobre seus princípios e mecanismos e comprometidos com eles. 

A nova lei, sancionada pela presidente Dilma Rousseff em agosto, prevê atenuantes, se a empresa comprovar ter programa de compliance e fizer acordo de leniência, ou seja, se colaborar com as investigações. Nesse caso, a Comunicação deverá tratar do posicionamento da empresa perante os públicos, como destaca o advogado Leonardo Ruiz Machado, do escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice.

Especialistas preveem ainda alguma incerteza em relação à lei por conta da responsabilidade sobre sua aplicação, nos Estados e municípios. Machado aponta risco de insegurança jurídica em razão da inexistência de um único órgão responsável pela aplicação da lei, como o Cade no âmbito concorrencial. 

De qualquer modo, a lei, que foi elaborada inicialmente por pressão da OCDE, responde aos anseios da população demonstrados nas manifestações de junho de 2013 e representará um marco nas relações empresa-governo no País. 

quinta-feira

Injustiça com talentos brasileiros, um desabafo com sentido e coberto de razão


O Autor do texto publicado em sua rede social é o escrtitor, apresentador e jornalista Thiago Sogayar Bechara.

Quem me conhece sabe sobre minha reticência em assumir uma postura “reclamona”. Prefiro olhar para frente e seguir batalhando, muitas vezes conscientemente iludido até, pois se queixar quase nunca leva a algo produtivo, e ainda cansa os outros. Mas dessa vez, a quem interessar possa, faço valer meu direito de cidadão e produtor cultural para este desabafo que alguns podem ler como protesto e outros como alarme no que se refere à realidade artística e cultural do País. Mais especificamente, refiro-me à dura realidade que enfrentam aqueles que poderiam fazer diferença para o futuro brasileiro e que vivem esbarrando constantemente em empecilhos que vão da má educação de nossas crianças até a imensa dificuldade em conseguir apoios e patrocínios, passando pelo extenso e imbricado rol de interesses políticos e pela ignorância que os mesmos quase sempre encerram (sem generalizações, esteja claro). Entendo, ainda, que seja desnecessária a ponderação de que tais dificuldades têm grande parte de suas origens na mesma deficiência formacional a que me referi, e que isto igualmente atrela-se a questões de ordem ideológica dos que mandam, o que gera a triste imagem de uma bola de neve, em que quem se enrola é o Brasil. Mas isto é – ou deveria ser – o óbvio. Meu intuito neste texto, embora possa pouco, é gritar! Então, com 27 anos de vida e 12 de carreira literária e editorial, depois de 7 livros publicados com sucesso e reconhecidos por grandes veículos de comunicação do País, um programa de TV como apresentador e uma preocupação cada dia maior em se aprimorar e redescobrir, para melhor conhecer e poder melhorar a história da sua pátria, um rapaz de classe média, residente em São Paulo, como eu, enfrenta as dificuldades que eu enfrento diariamente, o que se pode dizer das milhares de pessoas tão ou mais competentes e dedicadas que veem suas sensibilidades e seus talentos represados, ignorados, subestimados, desrespeitados, preteridos e, por fim, tolhidos? Tolhidos por um esquema injusto de valorização dos artistas de um país tão rico neste sentido quanto a Amazônia o é em fauna e flora. Ou talvez mais. E não falo apenas por mim. Ao contrário. Tenho dezenas de amigos e conhecidos, alguns anônimos; outros, notórias e eminentes figuras públicas, nomes fundamentais da nossa dramaturgia moderna, por exemplo, e que se encontram igualmente alijados da patota, impedidos de realizar seus trabalhos, sonhos, contribuições. Gente!

terça-feira

ONS confirma apagão em SP, RJ, SC, RS e Paraná nesta terça-feira


O Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS, confirmou que São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná nesta tarde (terça-feira, 4) sofreu apagão.
Gancho:  Na segunda feira, o ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, afirmou que não haveria risco de desabastecimento, entretanto, os reservatórios estão realmente no limite. É fato que o consumo de energia tem registrado picos nunca antes atingidos.
Questões que podem ser abordadas: Com a falta de chuvas e reservatórios baixos, o Brasil é capaz de se manter através de outras fontes geradoras de energia? Os desligamentos podem significar o inicio de um racionamento de energia? Quais medidas podem ser tomadas? Ainda há tempo para planejamento?
Fonte: Jeferson D’addario, CEO da DARYUS Consultoria e Treinamento Brasil, experiência de mais de 15 anos em TI e Gestão de Riscos e Coordenador e Prof. do curso de Pós-Graduação em GTSI – Gestão e Tecnologia em Segurança da Informação na FIT – Faculdade Impacta Tecnologia – SP. E especialista em Continuidade de Negócios.

segunda-feira

Thiago Yyoo participa do programa Bom Dia Campo e anuncia show em Belo Horizonte

Capital mineira é a primeira cidade da turnê “#partiu” e o cantor promete muitas emoções


Foto FB Assessoria
Na manhã de hoje na capital paulista, o cantor Thiago Yyoo participou do programa “Bom Dia Campo”, exibido ao vivo pelo Canal Rural – RBS ( filiada Rede Globo Sul Brasil), durante a entrevista o cantor anunciou o primeiro show da turnê 2014, que acontecerá no próximo dia 22 de fevereiro de 2014, em Belo Horizonte. O bonitão agradou e sentiu-se confortável da também linda e talentosa apresentadora Renata Maron. Thiago viaja para sua terra natal na próxima semana onde finaliza a gravação do seu CD, participa de uma maratona intensa de ensaios com a banda e bailarinos, tudo isso para cumprir a agenda e compromissos após o carnaval. Pois é, tratando-se da maior festa popular do país, o galã sertanejo não terá folga, apresenta-se dia 03 de março (segunda-feira) na cidade de Itaguara, depois viaja para marcar presença vip em camarotes em Salvador.
Na capital paulista, a equipe de produção do cantor se reunirá com outros artistas para a gravação do vídeo clipe de “Whatsapp” (#badnaotarolando), e o nome de duas famosas estão cogitados para ser o par romântico do cantor, quem será que vai levar a melhor ? Em breve todos os fãs e o publico poderão conferir em primeira mão o clipe, que será rodado em Belo Horizonte.
#TaRegistrado

quinta-feira

HISTORY estreia grande produção Bonnie & Clyde em fevereiro

   Minissérie com quatro horas de duração é protagonizada por Emile Hirsch (Na Natureza Selvagem) e Holiday Granger (Os Bórgias)
Uma nova produção baseada em história real do casal de criminosos mais famosos dos Estados Unidos, durante a Grande Depressão americana, na década de 30 – imortalizada no cinema em 1967 por Warren Beatty e Faye Dunaway – ganha a telinha da TV. Trata-se de Bonnie & Clyde, minissérie em dois episódios que o HISTORY estreia dia 2/2, domingo, às 22h.
Declarados como “perigosos e procurados”, entre 1931 e 1934, foram perseguidos sem sucesso por sua longa carreira de assaltos a bancos, lojas e até postos de gasolina. A ficha criminal da dupla é tão extensa que foi tema de inúmeras matérias de jornais; e o final trágico de sua carreira, e de suas vidas, transformou-os em uma lenda mundial. Clyde tornou-se famoso por usar sua arma incansavelmente, tanto durante os assaltos como para fugir. Ele se vangloriava de ter uma capacidade extraordinária: um sexto sentido infalível para antecipar eventos. Conseguiu estar sempre um passo adiante da lei e foi bem-sucedido em escapar das garras da justiça. Seu ponto fraco era Bonnie, cujas constantes aparições nos jornais satisfaziam a sede de fama do casal, que os motivava a cometer crimes cada vez mais arriscados e perigosos, em uma louca aventura por notoriedade e dinheiro, a ponto de terem se transformado em uma lenda dos tempos modernos.
Além de Emile Hirsch na pele de Clyde Barrow e Holiday Granger na de Bonnie Parker, o elenco desta produção do HISTORY traz nomes de peso, como Holly Hunter, ganhadora de prêmios como Oscar Academy Award®, Golden Globe® e Emmy® (O Piano) e William Hurt, vencedor de diversos reconhecimentos, como Oscar Academy Award® e inúmeras nomeações ao Golden Globe® e Emmy® (Grande Demais Para Quebrar). Na série, Hunter interpreta o papel de Emma Parker, mãe de Bonnie, enquanto Hurt vive Frank Hamer, o veterano policial texano encarregado de capturar o bando comandado pelos Barrow. Outros nomes de destaque do elenco são Sarah Hyland (Modern Family) como Blanche Barrow, cunhada de Clyde; Lane Garrison (Prison Break), como Buck, irmão de Clyde; Elizabeth Reaser (A Saga Crepúsculo) como P.J. Lane, uma jornalista que retrata o bando; Austin Hebert (True Blood) como Ted Hinton, agente policial que também persegue a famosa dupla, e Dale Dickey (Winter’s Bone) como Cummie Barrow, mãe de Clyde.
Bonnie & Clyde
Dias 2/2 e 3/2, domingo e segunda-feira, às 22h.
Exclusivamente por HISTORY


sábado

Porque hoje é sábado


Ontem participei de numa gravação de um programa da TV, que por sinal como todos brasileiro tenho grande admiração e respeito pelo apresentador do programa, fique muito feliz por conhecer mais humoristas que assim outros tantos estão na labuta dentro do gênero escolhido.

MASSSSSSSSS TEM COISAS QUE NÃO DÁ PRA DIZER QUE É A MESMA COISA. Importante que o artista saiba e ou seja orientado ao que se propõe a fazer, cada profissional tem um lugar no planeta, portanto não há necessidade de repetir erroneamente que é o #FARAÓ do humor, que isso eu já fazia a #50anos, tenho total respeito a todos profissionais, exceto aos desinformados e aos com-autor de texto alheio, isso em São Paulo tem dezenas.

O espaço existe pra todos comece simples até mesmo com texto sem funcionar, mas seja original ou em outras palavras #honesto.

Ainda escuto este quadro não deu audiência, vai sair do ar. Não deu e não dará, porque não há quadro que funcione se a direção não entende do que se propõe a fazer e o pior nem ao menos se informa, repetidamente fala para a plateia e para o telespectador que faz o que jamais fez poxa.

Não somos obrigados nascer sabendo nada, entretanto para falarmos e ou formarmos opinião somos orientados a nos informar, assim como pra ser feliz é ainda mais barato aprender com o erro do próximo.

Embora o compromisso do humorista é fazer a plateia feliz, mas assim como qualquer diversão na vida, dá pra ser feliz com responsabilidade.

Existe pra quem não se interessa pesquisar detalhes, um resumo simples que um site famoso disponibiliza para todos sem precisar de cadastro e ou senhas.

Comédia stand-up (do inglês stand-up comedy) é um termo que designa um espetáculo de humor executado por apenas um comediante, que se apresenta geralmente em pé (daí o termo 'stand-up'), sem acessórios, cenários, caracterização, personagem ou o recurso teatral da quarta parede, diferenciando o stand up de um monólogo tradicional. O próprio material tem uma metodologia própria de organização, em tópicos, não obstante sendo bastante factual. O estilo é também chamado de humor de cara limpa, termo usado por alguns comediantes.

Ainda há confusão na diferenciação do humorista stand up e de outros estilos, como o contador de piadas, o monólogo de humor, o "one man show", gênero semelhante, mas que permite outras abordagens (interpretação de personagens, músicas, cenas).

ANOTE ISSO: O humorista stand up não conta piadas conhecidas do público (anedotas). O texto é sempre original, normalmente construído a partir de observações do dia a dia e do cotidiano.

#tv #comedia #standupcomedy #standup #humor #televisão #brasil#marcelodimorais #texto #humoristas #comediante #ator #arte #josevasconcellos#joãokelber #golias #raulgil #arytoledo #chicoanysio #midia #impresna #web#sites #portal

sexta-feira

A vida registrada pelo Banco de Personalidades


Marcelo Barbosa dos Santos, conhecido artisticamente MARCELO DI MORAIS
Marcelo Barbosa dos Santos, conhecido artisticamente como Marcelo di Morais, nasceu em São Paulo, 06 de Dezembro de 1973, é administrador de empresas, apresentador, Stand Up Comedian. Atualmente é Humorista e trabalha como Diretor Artístico e de Programação em uma webtv no Brasil.
Marcelo iniciou sua carreira profissional em 1990, como atendente numa rede internacional de lanchonetes em Brasília, onde desde já,
adotou o sobrenome da sua mãe (Morais), sendo assim conhecido ainda pelos amigos como Marcelo di Morais. Em 1991, integrou-se ao trabalho temporário como contato publicitário no extinto jornal brasiliense Correio do Brasil, sendo transferido 4 meses após para o departamento de produção da também extinta Radio 93FM, do mesmo grupo naquela Capital. Em 1992, ingressou na carreira militar estando à disposição do 11 Grupo de Artilharia Anti Aérea, na 11ª Região Militar do Ministério do Exército até 1997, no Distrito Federal. Em 1998, integrou ao grupo musical Razão de Sonhar, onde permaneceu até 2000, na cidade do Rio de Janeiro. Em 2001, na cidade de São Paulo, trabalhou na extinta loja tradicional de vinhos Mercado das Novidades, em 2005, anos mais tarde integrou a
equipe da extinta importadora Terroir. Neste mesmo ano criou o blog com seu próprio nome para dividir com seus velhos e novos amigos sua vivencia no mundo do vinho. Em 2008, integrou a equipe do grupo Klar, trabalhando na divisão das Adegas Tocave, e no ano de 2009, participou da primeira edição da extinta revista
diVino, que é um produto do mesmo grupo. No mesmo ano de 2009, criou e apresentou o programa Bomdi Vinho, na extinta Clictv, que é uma tv que produz conteúdo ao vivo 24hs por dia exclusivo para internet. Em 2010, passou a dedicar somente ao programa e o seu blog. Em 2011, o programa Bomdi Vinho foi extinto, dedicando seu tempo somente ao blog e à administração da WEBTV e aos Shows de Stand Up Comedy.

sábado

Rafael Cortez e JAPA, estarão no show de STAND UP Dieta à Portuguesa em SP

Caros amigos, 

Tenho a honra de encerar o ultimo show do ano em São Paulo, cidade que é o meu país e que sempre me deu tudo que eu precisei na vida.
Sou grato a Deus por tudo e quero aqui registrar, que já estão a venda os ingressos para assistir o show de stand up Dieta Portuguesa, próximo sábado 08/12, comigo e João Pedro Santos, tendo como convidado o amigo Marcos Aguena o JAPA e como o MC da noite também o amigo Rafael Cortez, sem dúvida foi meu presente de aniversário

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segunda-feira

Famiglia Zanlorenzi lança Miracolo em garrafas de 1 litro


Os vinhos Miracolo Seco e Miracolo Suave são nova opção para o público
Já conhecido pelo público, o vinho tinto de mesa Miracolo, produto do Grupo Vinícola Famiglia Zanlorenzi, começa a ser vendido em garrafas de 1L. De acordo com o gerente nacional de vendas da empresa, Teodósio Piedrahita as versões, seco e suave, têm uma demanda grande e viabilizam esse tipo de embalagem. “O vinho Miracolo é um dos mais vendidos da nossa linha de produtos. Pensando nisso, resolvemos levar ao mercado uma opção que apresente uma relação custo/benefício melhor aos nossos clientes”, explica.

Elaborados a partir das uvas Bordô e Isabel, os vinhos Miracolo têm coloração vermelho-vivo, aromas de frutas maduras e são uma ótima opção de consumo para o dia a dia por se apresentarem como bebidas versáteis. “A composição do Miracolo permite com que ele seja harmonizado com diversos pratos diferentes. De carnes e massas, até as sobremesas”, explica o enólogo do Grupo Vinícola Famiglia Zanlorenzi, Mateus Poggere.

Além da novidade no tamanho, as garrafas trazem os novos rótulos da linha, que tornam a identificação do produto mais fácil e remetem à linhagem italiana da família. “Queríamos nos aproximar mais do consumidor e, para isso, deixamos o produto com um ar mais alegre e familiar. Além disso, o novo rótulo ficou mais visível e de fácil identificação”, conta Teodósio Piedrahita.

O produto estará disponível em supermercados e lojas especializadas. As garrafas de 750ml continuarão sendo comercializadas normalmente. Para mais informações, acesse www.famigliazanlorenzi.com.br .

quinta-feira

#APOGLBT realiza 12º Gay Day em Hopi Hari -


 
A 12ª edição do Gay Day, promovido pela APOGLBT (Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo) será realizada em Hopi Hari, maior parque temático da América Latina, no dia 9 de junho, a partir das 11h. A atividade integra a programação oficial do 16º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo e, como de costume, ocorre na véspera da Parada realizada na Avenida Paulista.
O Hopi Hari já recebeu o Gay Day em edições anteriores, sendo a última realizada em 2007. A volta da atividade para o parque será marcada com uma novidade: simultaneamente, ocorre o Hopi Night, que reúne música eletrônica, performances artísticas e tecnologia. O evento traz o tema “Alien Experience”, com a proposta de surpreender os visitantes com um show de projeções visuais e o conceito de proporcionar uma viagem sensorial ao som do DJ Cyborg, que comanda a balada a partir das 18h.
“Numa época em que enfrentamos tanta resistência do setor privado para a sensibilização com a nossa causa, a parceria demonstra que o Hopi Hari tem compromisso com a inclusão no combate à homofobia”, afirma o presidente da APOGLBT, Fernando Quaresma, que convida a todos os manifestantes para

#Economia: O plano político da redução dos juros, José Alencar manda lembranças

Muito bom os comentários do Mestre João Sicsú,ex-BNDES

O Plano Real inaugurou, em 1994, uma nova era para o Brasil. A alta inflação foi transformada em estabilidade monetária. Experiências bem sucedidas, críticas aos erros do passado e a teoria econômica fomentaram o alicerce do Plano Real, que tem origem e concepção inatacáveis. Para debelar a hiperinflação alemã de 1923-4, o maior macroeconomista de todos os tempos, John Maynard Keynes, fez proposta detalhada cuja teoria e diagnóstico são encontrados, por coincidência ou não, no Plano Real.

A execução do plano brasileiro, no entanto, não pode receber os mesmos elogios. Devido a erros de execução e interesses, seus executores trocaram um regime de alta inflação por um de altos juros com câmbio valorizado. O Plano Real não promoveu o prometido alinhamento de preços na fase anterior ao seu lançamento, no dia 1º de julho de 1994. Posteriormente, manteve os preços retraídos se utilizando de elevados juros que atraíam dólares para o país. Dólares que valorizavam o câmbio e que, por sua vez, estimularam a entrada de produtos importados para competir no mercado doméstico.

A taxa de juros básica da economia (a taxa Selic) era mantida em patamares estratosféricos. A equipe econômica que administrou a execução do Real considerava que o Brasil era um país subdesenvolvido e que, portanto, não poderia ter, ao mesmo tempo, inflação baixa e juros baixos. Houve um economista, um dos pais do Plano Real, que durante muito tempo propagandeou a ideia que a taxa de juros básica real de equilíbrio no Brasil seria, no mínimo, de 10% ao ano. Ou seja, mesmo com inflação zero, o país deveria ter uma taxa de juros básica nominal de 10% ao ano. Por outras vias ideológicas (ou talvez pelas mesmas), os juros foram mantidos em níveis inaceitáveis até recentemente.

Esses juros estratosféricos foram incorporados à cultura econômica das famílias, dos empresários, dos banqueiros, dos governantes, dos dirigentes de fundos de pensão e de poupadores. Os empresários da indústria nunca gostaram de juros elevados. Mas, de imediato, descobriram caminhos para compensar as dificuldades no setor produtivo: os ganhos gerados pelos departamentos de contabilidade de suas empresas, que foram transformados em departamentos de estratégias financeiras e tributárias.

Consumidores também não gostavam de juros elevados. Mas, logo, descobriram que a melhor conta a fazer seria saber se a prestação do crediário cabia dentro do seu salário, independentemente da taxa de juros. Os consumidores levavam em conta, ainda, se havia perspectiva de manutenção dos seus empregos durante o período de pagamento dos crediários. Dirigentes de fundos de pensão sempre saborearam juros elevados. E os banqueiros? Nem é preciso comentar as artimanhas teóricas, ideológicas e políticas que faziam (e ainda fazem) para manter os juros altos no Brasil.

Para enfrentar o regime de altos juros, o atual governo vem implementando um amplo conjunto de medidas desde o primeiro dia de mandato da presidenta Dilma. O governo não lançou, de uma só vez, um pacote ou plano de medidas. Primeiramente, Dilma trocou o presidente do Banco Central. Saiu Henrique Meirelles, um personagem ligado ao sistema financeiro privado, por Alexandre Tombini, um técnico de carreira do Banco central. E, a partir de 31 de agosto do ano passado deu início a um processo de redução contínua da taxa Selic de juros.

Em reuniões consecutivas desde agosto de 2011, o Banco Central reduziu a taxa de juros Selic para 9% ao ano. Espera-se que haja outras quedas nas próximas reuniões. No mês passado o governo orientou os dois maiores bancos públicos comerciais a reduzir as taxas de juros das suas operações de crédito. Banco do Brasil e Caixa Econômica lançaram programas que forçaram os bancos privados a seguir o mesmo caminho.

Recentemente, o governo lançou uma das medidas mais ousadas do seu plano de enfrentamento dos altos juros: mudou as regras de rendimento da poupança, que fazia parte do conjunto de barreiras que impunham rigidez à queda dos juros. A poupança era considerada “imexível”, um valor cultural do regime de altos juros.

A poupança rendia 0,5% ao mês mais a TR (taxa referencial de juros, que é muito baixa, em torno de 0,08% ao mês). As regras da poupança impunham um piso para as demais aplicações, inclusive títulos do governo, já que a poupança se apresenta como alternativa segura e rentável. Caso o governo venha a reduzir ainda mais a taxa de juros Selic, que remunera os credores da dívida pública, poderá perder demandantes de seus títulos, que migrarão para a poupança, deixando o governo sem financiamento.

O governo desfez essa engrenagem. Agora, quando a taxa Selic atingir 8,5% ao ano ou menos, novos depósitos de poupança (feitos a partir de 3 de maio) vão render 70% da taxa Selic e continuarão isentos de imposto de renda. Sendo assim, a poupança não deslocará demandantes de títulos públicos para as suas contas. Não transformará rentistas financeiros em pseudo-poupadores. Poupadores desejam segurança, rentistas desejam rentabilidade.

“Mexer na poupança” foi uma medida muito ousada já que a oposição, os banqueiros e a mídia conservadora estavam babando de vontade para colar em Dilma o rótulo que Collor carrega até hoje: “mexeu na poupança”. Tiro n’água. A presidente goza de alta popularidade e associou a mudança da poupança ao movimento de redução das diversas taxas de juros da economia. Estratégia bem sucedida.

O plano de redução dos juros de Dilma merecia o nome de Plano José Alencar, o vice-presidente de Lula. Alencar, durante os oito anos de seus mandatos, sempre fez campanha pela redução dos juros. Era voz isolada pela imprensa e no Palácio do Planalto, principalmente no primeiro mandato de Lula. José Alencar era empresário e sabia que juros elevados representavam transferência de renda, aumento de custos, redução de competitividade e desestímulo ao investimento.

Um dia, José Alencar me confidenciou que um parente emprestou dinheiro para ele iniciar a sua vida de negócios com juros maiores que os do sistema bancário. Desabafou e sorriu: “é por isso que não gosto de juros”.

Neste momento em que o Brasil vive uma fase de busca do crescimento continuado, da inflação controlada e dos juros baixos, José Alencar certamente está mandando lembranças, boas lembranças. Está mandando também luz e estímulos de coragem porque o plano de redução dos juros é também um plano político de enfrentamento de interesses arraigados de concentração de renda.